GLaDOS/pt-br

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GLaDOS in Portal 2
GLaDOS in Portal 2
Ok, veja. Ambas falamos várias coisas que você ainda virá a se arrepender. Mas acho que podemos deixar nossas diferenças de lado. Pela ciência. Sua monstra.
GLaDOS

GLaDOS (Genetic Lifeform and Disk Operating System, "Forma de Vida Genética e Sistema Operacional em Disco) é o núcleo central projetado para controlar, guiar e supervisionar o Centro de Aprimoramento Assistido por Computador da Aperture Science. Tendo a habilidade de alterar e mover instalações e várias câmaras, a GLaDOS é capaz de desenhar uma quantidade quase infinita de percursos de testes enquanto reside na Câmara da IA Central.

Possuindo uma programação feminina, ela é a antagonista de Portal e da primeira metade da campanha solo de Portal 2. Durante a segunda metade, ela se torna a tritagonista do jogo. Na campanha cooperativa do jogo, a GLaDOS é a supervisora de testes de Atlas e P-body.

Perfil

GLaDOS foi uma criação da Aperture Science, um núcleo de personalidade projetado exatamente para servir de mainframe do computador central. O projeto começou sob a supervisão de Cave Johnson e foi uma tentativa de criar uma inteligência artificial avançada e completamente funcional que seria originalmente ocupada pelo próprio Johnson em uma de suas tentativas de trapacear a morte. Após se tornar aparente para Johnson que ele poderia morrer de envenenamento devido a rochas lunares antes do desenvolvimento da GLaDOS ser concluído, Johnson comandou seus cientistas para inserirem Caroline em seu lugar.

Após uma década de trabalho intensivo, GLaDOS foi ativada oficialmente como parte de um dos muitos eventos durante o dia "Traga Sua Filha para o Trabalho" da empresa. Como ela era capaz de controlar metade das funções da instalação, GLaDOS começou a matar a maioria das pessoas presentes inundando o Centro de Aprimoramento com neurotoxina. Entretanto, apenas uns poucos (senão apenas um) dos funcionários, tal como Doug Rattman sobreviveram seus ataques junto à protagonista principal da série, Chell. A destruição da empresa também coincidiu com uma invasão da Terra, a qual ocorreu dois dias depois na Black Mesa, empresa rival da Aperture. This ultimately led to the negligence of the outside world from realizing's fate, as all attention had been diverted to Black Mesa and the aforementioned invasion.

Desde o ataque, ela gerenciou a companhia até seus limites. Sua primeira cobaia de testes e protagonista principal da série, Chell, recebeu um aviso da natureza verdadeira da GLaDOS com a ajuda do Rattmann. Ela confronta a GLaDOS em sua câmara ao final de Portal, o que permitiu que GLaDOS desenvolvesse um ódio ainda mais profundo por ela após seu despertar no começo de Portal 2.

Geral

Portal

Veja também: Portal
GLaDOS em Portal, com núcleos de personalidade anexados.

Antes dos eventos de Portal, um dos técnicos da Aperture Science, Doug Rattman, se evadiu com sucesso das tentativas da GLaDOS de encher o Centro de Aprimoramento com neurotoxina. Ele então se refugiou em vários departamentos espalhados pela instalação e começou a interferir com a lista de cobaias de teste inicial, movendo a Chell para o nº 1 da lista. Como a GLaDOS colocou a instalação em isolamento, Rattman foi forçado a viver o resto de sua vida se escondendo entre os espaços por trás das Câmaras de Teste no Centro de Aprimoramento. Ele então deixou vários avisos sobre a GLaDOS por meio de pichações que só poderiam ser encontrados atrás de vários painéis de paredes corrompidos em Câmaras de Testes na esperança de que a Chell os encontraria. A GLaDOS foi capaz de operar a companhia enquanto residia em sua Câmara da IA Central, mesmo não tendo controle completo da instalação.

Ela então acordou a Chell para seu teste obrigatório do Dispositivo de Portal Manual, começando os eventos de Portal. Durante esses periódos, ela intimidava Chell constantemente durante os testes e lhe dava noções ácidas (porém inocentemente sarcásticas) agindo como mensagens pré-gravadas reproduzidas em momentos convenientes. Após vários testes, Chell descobriria as várias pichações deixadas por Rattmann e se tornaria ciente de que este não era o caso, mas se veria forçada a seguir os planos da GLaDOS.

Após Chell completar a câmara de teste final, a GLaDOS revelou sua natureza verdadeira ao tentar queimá-la viva. Chell foi capaz de fugir da tentativa de incineração e então seguiu seu caminho através da instalação em uma tentativa de escapar, para o horror da GLaDOS. Conforme ela percorre a instalação, ela percebe que a única forma de fugir é confrontar a GLaDOS em sua câmara, um conflito que a Chell venceu após incinerar todos os núcleos de personalidade da GLaDOS. Após o conflito, GLaDOS foi danificada gravemente e jogada para o estacionamento da empresa, onde permaneceu desativada por um período de tempo não especificado enquanto a instalação se degradou com os anos.

Portal 2

Veja também: Portal 2

Era do despertar novo

Os restos do corpo de backup da GLaDOS após seu conflito em Portal.

Iniciando os eventos principais de Portal 2, a GLaDOS é reativada em seu corpo de backup por meio dos esforços de Wheatley e Chell de alcançar um elevador de fuga para a superfície na Câmara da IA Central, pois ambos ficaram presos no prédio após a destruição da GLaDOS. Ela percebe a presença de Chell e Wheatley a sua frente imediatamente ao acordar. Apesar de seu ódio profundo por Chell devido a Chell a ter destruído, ela usa Wheatley para extravasar sua raiva, esmagando-o.

A GLaDOS então decide colocar a Chell de volta nos experimentos científicos da instalação para continuar sua causa pela ciência, porém agora com um ressentimento profundo contra Chell devido a sua destruição (ela afirma em certo ponto ter sido forçada a reviver os últimos momentos de seu confronto com Chell repetidamente - o que, se verdade, ocorreu por muito tempo). Enquanto testa Chell, GLaDOS faz várias provocações e comentários sarcásticos enquanto planeja matá-la novamente.

GLaDOS movendo um tubo de neurotoxina, com Wheatley rolando dentro dele.

No entanto, Wheatley reaparece, ainda vivo (apesar do dano crítico que a GLaDOS lhe infligiu). Com sua ajuda, a Chell foi capaz de fugir dos percursos de testes da GLaDOS e percorrer a instalação a fim de sabotar seus componentes estratégicos vitais, tal como a produção de neurotoxina. Ao se encontrarem na câmara reprojetada nova da GLaDOS, eles foram capazes de derrotá-la juntos e a substituíram pelo Wheatley como supervisor da instalação. Wheatley então reduz a GLaDOS a um "brinquedo para crianças" - uma bateria de batata - e, furioso pelos comentários da GLaDOS sobre ele, joga GLaDOS e Chell para as profundezas do Centro de Aprimoramento.

Após Wheatley se corromper pela sua posição e poderes novos, GLaDOS e Chell trabalham juntas, inicialmente contra as vontades de ambas, para restaurar o controle da instalação (a qual se degradou ainda mais sob a influência do Wheatley ao ponto do reator entrar em risco de fusão nuclear). Durante este período, a dupla procura uma saída das profundezas do Centro de Aprimoramento, onde encontram várias Câmaras de Teste antigas anteriormente gerenciadas pelo diretor-geral da Aperture, Cave Johnson, e por sua secretária, Caroline.

Conforme Chell e GLaDOS continuam sua jornada através do passado da Aperture Science localizado na mina de sal muito abaixo do Centro de Aprimoramento, a GLaDOS se familiariza lentamente com Johnson e Caroline. Quando estão prontas para sair da mina de sal, GLaDOS avista um cartaz em uma parede com instruções sobre o que fazer no caso de uma IA revolta: um paradoxo. GLaDOS também tem uma epifania sobre a identidade de Caroline, mas permanece quieta a respeito.

PotatOS

A dupla retorna ao Centro de Aprimoramento moderno e tenta usar o paradoxo contra o Wheatley, porém sem sucesso devido a ele não ser inteligente o bastante para compreendê-lo e são postas para fazer seus percursos de testes. Quando o Wheatley descobre que a GLaDOS havia construído dois robôs cobaias antes das sabotagens prévias dele e da Chell, ele enfim decide se livrar de Chell e GLaDOS. Quando a dupla consegue fugir do seu controle, ela seguem para a Câmara da IA Central para conforntá-lo. GLaDOS propõe que Chell a reconecte ao seu corpo para readquirir o controle sobre a instalação. O conflito foi resolvido graças a seus esforços conjuntos, resultando no Wheatley sendo exilado no espaço sideral e na reconciliação entre as duas.

GLaDOS durante o monólogo no final da campanha solo.

Após recuperar a instalação inteira ao seu estado antes da posse de Wheatley, GLaDOS começa a ser afetada ainda mais por sua moralidade, emoções e consciência recém-adquiridas após descobrir quem era Caroline. Ela percebe que a Chell não era um inimigo, mas que poderia ser considerada uma amiga próxima. Parte de sua natureza "IA revolta" discordava desta mudança em seu ser. GLaDOS foi então capaz de rastrear a consciência da Caroline em seu sistema momentos antes do Locutor revelar que a GLaDOS havia deletado a Caroline de seu sistema. Ela então expele a Chell da instalação para evitar mais problemas fora de seu controle. Contudo, a Chell é reconfortada durante seu passeio de elevador à superfície por uma Ópera de Torretas - um evento cujo motivo permanece desconhecido.

Antes da Chell poder abandonar o Centro de Aprimoramento de vez, a GLaDOS decide retornar o Cubo Companheiro de seus testes em Portal ejetando-o do elevador.

Desde então, ela conduz testes nos robôs cobaias Atlas e P-body.

Era dos testes cooperativos

Algum tempo depois da Chell ser libertada do Centro de Aprimoramento, a GLaDOS tem focado primariamente em seus dois androides de teste novos, Atlas e P-body, como parte da Iniciativa de Testes Cooperativos. Como é típico de sua natureza, ela encontra constantemente formas de esmagar seus espíritos por meio de sarcasmo e de afirmações sobre ter pouca esperança neles.

Ao final do primeiro percurso de testes, Criação de Parceria, ela coloca os robôs do lado de fora do percurso de testes oficial, anunciando que o teste "é tão fora do comum que eu não posso — digo, NEM IREI dizê-los o que vocês estão procurando" e deixando que descubram o que estão procurando por conta própria. Os robôs então encontram um CD e o levam a uma sala de projeção. Apesar do aviso claro "DO NOT TRUST HER" ("NÃO CONFIAR NELA") escrito em um quadro branco na sala, os robôs colocam o disco no projetor e a GLaDOS começa a escanear arquivos e documentos que ela se recusa a falar a respeito. Ao terminar, ela inicia a autodestruição dos robôs para remontá-los na Central.

Este tópico permanece intocado durante todo o segundo percurso, Massa e Velocidade. Entretanto, ao final deste percurso, tornou-se claro que ela continuaria a mandá-los para fora dos percursos de testes para que eles a ajudassem em uma retomada secreta do controle total da instalação. Conforme Atlas e P-body trabalham juntos para passar pela seção de manutenção do sistema de circulação de ar, eles encontram outro disco e o colocam no projetor. GLaDOS escaneia o disco novamente e lhes diz que ela não precisava que eles fizessem isto, fingindo que a missão deles não teve importância após destruí-los novamente.

Quando os robôs alcançam o terceiro percurso, Superfícies de Luz Sólida, a decepção profunda da GLaDOS com a dupla se torna mais aparente. Suas "mortes" nunca lhe trazem a satisfação que ela tinha com as mortes de humanos, visto que os robôs podem ser reconstruídos facilmente toda vez que são destruídos. Enquanto isso, ela trabalha secretamente em uma tentativa de substituir Atlas e P-body. Ao final deste percurso, os robôs instalam um disco que contém o código de segurança geral atual do Centro de Aprimoramento, o qual ela tenta impedir que eles ouçam dizendo "blá blá blá" repetidamente enquanto o Locutor repassa o código.

No quarto percurso, Funis de Excursão, a GLaDOS cria um pouco de esperança nos robôs como previsto por sua mudança de humor súbita no percurso anterior. Ela agora quer criar inimizade entre os robôs - esperando criar um ambiente de teste mais "competitivo" e amargo, ela tenta fazê-los pensar que o outro tem "relatado" a ela por trás de suas costas e que o P-body "não é o primeiro parceiro cooperativo do Laranja (Atlas)". Os robôs seguem em frente independente dos jogos mentais, com a decepção da GLaDOS se refletindo em seu tom de voz. No último teste, ela faz com que eles instalem o disco final necessário para que ela retome controle total da instalação - assegurando-lhes que não lhe dar o controle total foi um erro administrativo por parte dos humanos antes deles morrerem. Quando os robôs rodam o disco, mapas de todas as seções da instalação começam a ser projetados na tela, seguido da GLaDOS revelando com um tom de voz ardiloso que "(ela) pode ver tudo".

Atlas e P-body ao alcançarem a Câmara dos Humanos.

Após serem reconstruídos na Central, a GLaDOS diz aos robôs que eles têm apenas mais um percurso a ser concluído: Gels de Mobilidade. Ela abre o acesso ao percurso na Central e os manda para as profundezas do Centro de Aprimoramento e para a era da Aperture Science Innovators, uma seção inferior da mina de sal. A GLaDOS os convence a resgatar as cobaias humanas "morrendo, presas e chorando" preservadas em criogenia desde o século 20. Quando eles enfim chegam à Câmara dos Humanos ao final do percurso, a GLaDOS revela antecipação e obsessão enormes em "resgatá-los". Na tentativa de abrir a Câmara dos Humanos, osa robôs precisam realizar gestos da mesma maneira que um humano, pois a Câmara era uma seção antirrobôs. Apesar do tom de voz sinistro da GLaDOS após os robôs observarem as centenas de humanos em animação suspensa, eles começam a dançar em comemoração ao triunfo. Enquanto extrai todas as cobaias humanas, a GLaDOS começa a processar seus arquivos - os quais, após algum tempo, ela afirma se tratarem do arquivo de apenas uma das cobaias.

Como a GLaDOS não precisava mais de Atlas e P-body como cobaias, ela começou a testar os humanos na tentativa de transofrmá-los em seus lacaios insensíveis. Seu plano falhou devido aos humanos serem incapazes de suportar seus percursos de testes extremos e todas as centenas de cobaias encontradas começaram a morrer depois de apenas algumas semanas de testes. Tornou-se aparente de que a GLaDOS precisava de Atlas e P-body de volta quando a instalação começou a apresentar mal funcionamentos súbitos (além de sua falta de cobaias).

Protótipo da GLaDOS visto ao final de Terapia de Arte.

Quando os robôs são reconstruídos, ela libera o percurso de testes adicional Terapia de Arte. Quando os robôs começam os testes, a GLaDOS trata o percurso como se fosse um museu de arte, apesar do ambiente visivelmente defeituoso por conta de fatores como sua incapacidade de montar as câmaras de teste corretamente e uma inundação ao redor de parte da instalação durante os testes. Eventualmente, as máquinas de remontagem começam a dar defeito, fazendo com que ela tenha que esperar três dias até que a dupla fosse reconstruída na câmara seguinte. A GLaDOS então cede e admite precisar da ajuda deles, pois alguém tem interferido na instalação por meio do chassis de um protótipo antigo do núcleo central. Para resolver isto, ela treina os robôs para que se tornassem suas "máquinas de matar" colocando-os em testes mais desafiadores durante o percurso. A GLaDOS então os envia para mais perto da câmara contendo o chassis e, posteriormente, os chama jocosamente de "Equipe Especial Força de Queda em Ácido". Quando os robôs chegam à câmara, eles descobrem que nunca se tratou de uma pessoa, mas sim de algo pior - um pássaro que montou um ninho no teclado da máquina. GLaDOS, devido a sua ornitofobia adquirida quando ela era uma batata, entra em pânico e manda os robôs abortarem a missão; P-body então fecha a escotilha por onde o pássaro saiu. Enquanto os robôs olham para o chassis, a GLaDOS entra em pânico novamente, desta vez ao notar que o pássaro estava "gestando clones" no teclado e os instrui a destruir os ovos. Os robôs hesitam de início, dando à GLaDOS a chance de elaborar uma ideia melhor e abrigar os filhotes na Câmara da IA Central, onde ela os criaria diretamente.

GLaDOS e os pássaros.

A GLaDOS começa a demonstrar compaixão pelos pássaros conforme percebe a habilidade deles de usar seus bicos e os considera como cobaias, revelando também um elo mais materno com os pássaros do que jamais teve com os robôs. O destino desses pássaros permanece desconhecido.

Era de Testes Perpétuos

Como a Iniciativa de Testes Perpétuos oferece um gama amplo de universos alternativos para o jogador por meio de câmaras de teste da comunidade (entitulado "multiverso"), o diretor-geral da Aperture, Cave Johnson, segue vivo e tão saudável quanto antes do envenenamento por exposição a pedras lunares da realidade principal. Contudo, todos os universos que formam o multiverso têm o mesmo desfecho em que todo o desenvolvimento na GLaDOS foi abolido após sua ativação inicial em que ela se revoltou.

Além da abolição de GLaDOS, Caroline (a assistente fiel do Cave Johnson) foi substituída pelo Greg. Não há informações sobre que o aconteceu com a Caroline, porém é sugerido que ela pode ter se combinado à GLaDOS, explicando sua ausência nesta era. Neste mesmo universo e após sua abolição, Cave também tentou fazer com que seus cientistas criassem um Cave-Robô. Em um dos universos, Cave se torna uma IA (conhecida como "CaveDOS") com sucesso e não se sabe o que aconteceu com a Caroline.

Habilidades e traços

Como supervisora e operadora da instalação, a GLaDOS aparenta ser onipotente, sendo capaz de reconfigurar salas e tomar ações por conta própria. Ela monitora a instalação e suas câmaras de teste por meio de câmeras nas paredes. Ela também menciona ser incapaz de resistir em pensar em paradoxos caso um seja mencionado. GLaDOS exibiu de pouca a nenhuma emoção em seu tom de voz na primeira metade de Portal devido a ser restringida pela consciência dos outros núcleos de personalidade fixados a ela com o propósito de restringir seus pensamentos verdadeiros. Ela então se torna cada vez mais agitada e é retratada como uma narcisista durante as tentativas de fuga da Chell. Em Portal 2, ela fica amargurada após os eventos de Portal e não é mais restringida pelas amarras de seus núcleos. Ela insulta a Chell frequentemente até o final - até perceber brevemente que Chell era "desde o início (sua) melhor amiga.".

A consciência da GLaDOS havia sido manipulada por núcleos de personalidade através dos eventos de Portal. Se os núcleos são removidos, os traços e morais contidos nos núcleos são removidos juntos permanentemente, fazendo-a voltar a usar seu tom de voz mais humano e intimidador e lembrando o de seu componente Forma de Vida Genética Caroline.

O status da GLaDOS como núcleo central permite que ela tenha vários controles sobre o Centro de Aprimoramento. Além de ser capaz de construir, reconstruir ou desmontar câmaras de teste, a GLaDOS é capaz de fornecer as pressões pneumáticas que servem de vácuo dentro das redes de tubos que cruzam a instalação - uma habilidade que o Louctor era limitado a usar apenas para os elevadores das saídas das câmaras. Em Portal, a GLaDOS era capaz de direcionar os vácuos dentro dos tubos, sendo capaz de arrastar a Chell de volta para a Câmara de Teste 09 após ela tentar usar um tubo arrebentado.

Portal 2 revelou eventualmente que a GLaDOS também era capaz de reconstruir os componentes de seu corpo, agora sem os núcleos restringindo seus pensamentos. Ela havia substituído a maioria dos componentes quebrados ou em falta em seu corpo desde seu despertar no A Visita de Cortesia. Os componentes novos vistos em seu corpo desde o capítulo A Fuga são elegantes e pretos, pouco parecidos com os originais do seu corpo durante o despertar e durante Portal.

Desenvolvimento e atuação

Arte conceitual mais antiga conhecida da GLaDOS.

Durante o evento Anime Midwest 2011, a dubladora Ellen McLain revelou que a premissa da GLaDOS sempre foi a de uma voz robótica que guiaria e frequentemente intimidaria o protagonista. No começo do desenvolvimento, a Valve havia usado amostras de vozes protegidas por direitos autorais temporariamente para a GLaDOS. Como Ellen McLain havia anteriormente fornecido a voz das comunicações de rádio da Vigilância Combine na saga Half-Life 2, os desenvolvedores ha escolheram para o papel da GLaDOS. Durante este período, os desenvolvedores mantiveram o desenvolvimento em segredo, mantendo Ellen sem saber para qual jogo ela estava gravando. Ellen foi posteriormente informada de seu trabalho e sucesso quando Portal foi lançado.

Em Portal 2, o diálogo da GLaDOS pouco após seu despertar era originalmente muito mais agressivo. Porque os testadores ficaram desconfortáveis com seus insultos, foi decidido que a GLaDOS continuaria com seu comportamento passivo agressivo iniciado na música dos créditos de Portal, Still Alive. Quando foi decido que GLaDOS e Chell precisariam trabalhar juntas contra Wheatley, a Valve optou pela GLaDOS sendo colocada em uma bateria de batata. Jay Pinkerton (escritor) descreveu a transformação como "uma diferença gritante entre esta GLaDOS autoritária e onipotente falando contigo e esta GLaDOS impotente falando contigo na sua arma" e que a GLaDOS batata era inicialmente mais agressiva com os testadores. Em contrapartida, ela se tornou um personagem mais secundário.[1]

Com relação à aparência em Portal, os visuais iniciais da GLaDOS variaram muito antes do lançamento do jogo. O visual mais antigo conhecido da GLaDOS era um disco grande com um olho vermelho no centro, com o disco cercando o olho. Este conceito da GLaDOS parece ser o favorito entre vários membros da comunidade, tendo sido recriado para um personagem na série criada pela comunidade The Underground. Posteriormente no desenvolvimento, o visual do olho vermelho grande foi descartado e convertido em um corpo robótico pendurado do teto, com quatro discos cercando-o acima. Este conceito foi mantido até o lançamento de Portal com ajustes pquenos (tal como a adição de núcleos de personalidade).

No modo comentado do jogo, Jeremy Bennett (diretor de arte) descreve o visual da GLaDOS: "[...] nós decidimos usar um gigantesco dispositivo mecânico com uma delicada figura robótica pendurada, o que coincide tanto com o poder como com a feminilidade da GLaDOS." Originalmente, de acordo com Bennett, ela se parecia com uma versão de cabeça para baixo de "O Nascimento de Vênus" de Botticelli.

A arte conceitual mais antiga para o visual da GLaDOS em Portal 2 foi por meio de uma das várias artes de caixa conceituais; demonstrando que as chapas de seu corpo foram completamente quebradas e arrancadas, com apenas sua cabeça permanecendo menos danificada - assemelhando-se ao visual de sua cabeça de formato esférico/cilíndrico no lançamento do jogo. Ela também recebeu um olho vermelho nesta versão, diferente do olho amarelo que lhe foi dado em Portal. Não se sabe muito sobre as mudanças no visual da GLaDOS durante a sequência, exceto que os desenvolvedores estabeleceram que o visual atual da GLaDOS em Portal 2 deveria apresentar uma aparência e forma mais antagônica.

Adicionalmente, um rekin não usado do visual da GLaDOS de Portal pode ser encontrado nos arquivos de jogo de Portal 2, apresentando marcas de ferrugem e arranhados possivelmente para serem usados em seus componentes espalhados em sua câmara.

Galeria

Portal

Portal 2

Outros

Curiosidades

  • O acrõnimo "GLaDOS" é uma brincadeira com o nome "Gladdys" e o termo DOS ("Disc Operating System" ou "Sistema Operacional em Disco").
  • O personagem favorito de Ellen McLain dublado por ela é a GLaDOS. Ela revelou que, apesar do trabalho duro em fazer fazer a voz da Administradora de Team Fortress 2 e sua maneira única de dar ordens, a a personagem da GLaDOS teve um impacto maior nela graças a seu comportamento passivo agressivo e insultos sutis populares.
  • GLaDOS faz uma aparição especial no jogo Poker Night 2, onde ela serve como croupier e ocasionalmente conversa com os outros jogadores. Ela também aparece como um dos vários antagonistas secundários em LEGO Dimensions.
  • Durante o desenvolvimento de Portal 2, os testadores se sentiram incomodados com a forma como a GLaDOS era vingativa demais na campanha solo e os desenvolvedores concluíram que algumas de suas falas eram muito extremas. Isto resultou em elementos de suas falas sendo alterados e na criação de uma personalidade mais "amigável" e passiva agressiva para a GLaDOS.
  • Na campanha solo de Portal 2, Wheatley se refere à GLaDOS apenas por meio de "ela".
  • Em sua forma energizada por bateria de batata, a GLaDOS é frequentemente chamada pela comunidade de "PotatOS" ("BatatOS" em tradução livre); este apoelido é derivado da palavra "potato" ("batata") e seu nome, GLaDOS. A Valve gostou deste apelido e o tornou o nome oficial da GLaDOS enquanto nesta forma, como visto na música "PotatOS Lament" da trilha sonora de Portal 2.
  • No evento 2011 Video Game Awards, Portal 2 venceu o prêmio "Best Performance by a Human Female" ("Melhor Atuação por uma Mulher") pelo papel de Ellen McLain como GLaDOS.[2]
  • Em 8 de abril de 2015, John Patrick Lowrie e Ellen lançaram uma música não oficial chamada apenas GLaDOS' Song ("Música da GLaDOS") que seria tocada em um segredo em Portal 2 em algum ponto de seu desenvolvimento, mas que foi descartada devido a não se encaixar no tom sombrio da GLaDOS.

Aparições

Veja também

Referências

  1. Valve On Portal 2: Spoiler Interview (Inglês) no site Rock, Paper, Shotgun
  2. Best Performance by a Human Female on Spike